quarta-feira, 29 de outubro de 2008
terça-feira, 28 de outubro de 2008
"No KID - 40 Razões Para Não Ter Filhos"
«Não, os vossos maravilhosos bebés não têm nenhum futuro, porque cada criança nascida num país desenvolvido é um desastre ecológico para o planeta inteiro. E vocês vão trabalhar que nem uns mouros durante vinte anos para os "educar". A educação dos filhos tornou-se um sacerdócio, já que a sociedade exige dos pais modernos prestações dignas de um super-homem ou de uma super-mulher. Sempre disponível, sorridente, atento, pedagogo e responsável, o que é que não fariam para assegurar a "felicidade" e o "desenvolvimento" dos vossos miúdos? Ser pai ou mãe é estar pronto a sacrificar tudo o resto. Casal, tempos livres, vida sexual, amigos e êxito social quando se é mulher. Tudo em troca disso, na verdade, será que vale a pena? Tomem cuidado. Nada de filhos, sobretudo não os tenham, acontece tão depressa. Só há uma solução, a contracepção.»
Corinne Maier
Corinne Maier
Baleado sai do coma para apontar assassino e morre
Dez dias depois de ter sido baleado com quatro tiros na cabeça e entrado em coma, Antonino Tripoli, um siciliano, despertou. Acusou o sobrinho de ser o autor dos disparos e morreu.
O crime aconteceu no início de Outubro, quando a vítima passeava numa rua de Palermo, sul de Itália, tendo entrado no hospital em estado grave.
Depois de ter acordado de repente, consciente, mas incapaz de falar, respondeu a um inquérito policial apenas com acenos de cabeça.
No final apontou o indicador para uma fotografia do seu sobrinho de 32 anos, dando desta forma a indicação à polícia de quem tinha sido o autor do crime. Poucas horas depois Tripoli, de 66 anos, perdeu a vida, noticiou o periódico La Stampa.
O crime aconteceu no início de Outubro, quando a vítima passeava numa rua de Palermo, sul de Itália, tendo entrado no hospital em estado grave.
Depois de ter acordado de repente, consciente, mas incapaz de falar, respondeu a um inquérito policial apenas com acenos de cabeça.
No final apontou o indicador para uma fotografia do seu sobrinho de 32 anos, dando desta forma a indicação à polícia de quem tinha sido o autor do crime. Poucas horas depois Tripoli, de 66 anos, perdeu a vida, noticiou o periódico La Stampa.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Dolph mata mais
Cinema: Associação britânica fez a contagem
Dolph mata mais
Muitos só conhecem Dolph Lundgren como Ivan Drago, o terrível pugilista soviético de 'Rocky IV', filme de 1985, que foi um dos símbolos do período final da Guerra Fria, no qual tira a vida num ringue a Apollo Creed, ex-adversário convertido em amigo da personagem de Sylvester Stallone. O que poucos saberão é que o sueco de 50 anos é o actor que maior número de pessoas matou na Sétima Arte, somando 662 óbitos, dos quais 182 em 'O Punidor, violenta adaptação de uma banda desenhada que chocou os mais sensíveis em 1989.
As contas são da associação britânica SCMS (www.scms.ca), cujos membros se dedicam a anotar quantas vezes uma personagem mata, ordena ou provoca a morte de outros no grande ecrã. Excluídas ficam as situações com milhares ou milhões de vítimas, como a cena de 'A Guerra das Estrelas', em que o vilão Darth Vader leva a que um planeta inteiro seja destruído.
Além de Dolph Lundgren, o top de assassinos da Sétima Arte inclui nomes previsíveis, como Arnold Schwarzenegger, Harrison Ford, Chuck Norris e Sylvester Stallone, mas também Mel Gibson, que só em 'Braveheart' fez com que 237 ingleses pagassem caro pela opressão da Escócia. Nada que se compare a James Bond, responsável por 1250 mortes, mas que já foi interpretado por seis actores.
PROTAGONISTAS
ARNOLD SCHWARZENEGGER
Antes de ser governador disse 'hasta la vista' 538 vezes.
HARRISON FORD
Ser Indiana Jones e Han Solo ajudou-o a matar 518 vezes no grande ecrã.
STALLONE
Entre as suas 517 vítimas, quase metade deve-se a John Rambo.
STEVEN SEAGAL
Eis um caso de regularidade: liquidou dez ou mais pessoas em 22 filmes.
Dolph mata mais
Muitos só conhecem Dolph Lundgren como Ivan Drago, o terrível pugilista soviético de 'Rocky IV', filme de 1985, que foi um dos símbolos do período final da Guerra Fria, no qual tira a vida num ringue a Apollo Creed, ex-adversário convertido em amigo da personagem de Sylvester Stallone. O que poucos saberão é que o sueco de 50 anos é o actor que maior número de pessoas matou na Sétima Arte, somando 662 óbitos, dos quais 182 em 'O Punidor, violenta adaptação de uma banda desenhada que chocou os mais sensíveis em 1989.
As contas são da associação britânica SCMS (www.scms.ca), cujos membros se dedicam a anotar quantas vezes uma personagem mata, ordena ou provoca a morte de outros no grande ecrã. Excluídas ficam as situações com milhares ou milhões de vítimas, como a cena de 'A Guerra das Estrelas', em que o vilão Darth Vader leva a que um planeta inteiro seja destruído.
Além de Dolph Lundgren, o top de assassinos da Sétima Arte inclui nomes previsíveis, como Arnold Schwarzenegger, Harrison Ford, Chuck Norris e Sylvester Stallone, mas também Mel Gibson, que só em 'Braveheart' fez com que 237 ingleses pagassem caro pela opressão da Escócia. Nada que se compare a James Bond, responsável por 1250 mortes, mas que já foi interpretado por seis actores.
PROTAGONISTAS
ARNOLD SCHWARZENEGGER
Antes de ser governador disse 'hasta la vista' 538 vezes.
HARRISON FORD
Ser Indiana Jones e Han Solo ajudou-o a matar 518 vezes no grande ecrã.
STALLONE
Entre as suas 517 vítimas, quase metade deve-se a John Rambo.
STEVEN SEAGAL
Eis um caso de regularidade: liquidou dez ou mais pessoas em 22 filmes.
domingo, 28 de setembro de 2008
Títulos de filmes: as piores traduções de sempre de filmes
Alguns (maus) títulos em português:
Must Love Dogs - Mulher com Cão Procura Homem com Coração
Gone Baby Gone - Vista Pela Última Vez
Balls of Fury - Não me Toques nas Bolas
Love Actually - O Amor Acontece
Die Hard - Assalto ao Arranha Céus
Harold and Kumar go to the White Castle - Grande Moca Meu
White Man Can't Jump - Branco não sabe meter
See No Evil - Coleccionador de Olhos
Jersey Girl - Era uma vez...um pai
Shallow Ha - O Amor é Cego
Snatch - Porcos e Diamantes
Serendipity - Feliz Acaso
Road Trip - Sem Regras
The Bucket List - Nunca É Tarde Demais
Forgetting Sarah Marshall - Um Belo Par...de Patins
Sleepy Hollow - A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça
Bloodsport - Força Destruidora
Black Snake Moan - A Redenção
Monsters Ball - Depois do Ódio
Lost in Translation - O Amor é um Lugar Estranho
Are we there yet? - Estás frito, meu!
Shaun of the Dead - Zombies Party
Must Love Dogs - Mulher com Cão Procura Homem com Coração
Gone Baby Gone - Vista Pela Última Vez
Balls of Fury - Não me Toques nas Bolas
Love Actually - O Amor Acontece
Die Hard - Assalto ao Arranha Céus
Harold and Kumar go to the White Castle - Grande Moca Meu
White Man Can't Jump - Branco não sabe meter
See No Evil - Coleccionador de Olhos
Jersey Girl - Era uma vez...um pai
Shallow Ha - O Amor é Cego
Snatch - Porcos e Diamantes
Serendipity - Feliz Acaso
Road Trip - Sem Regras
The Bucket List - Nunca É Tarde Demais
Forgetting Sarah Marshall - Um Belo Par...de Patins
Sleepy Hollow - A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça
Bloodsport - Força Destruidora
Black Snake Moan - A Redenção
Monsters Ball - Depois do Ódio
Lost in Translation - O Amor é um Lugar Estranho
Are we there yet? - Estás frito, meu!
Shaun of the Dead - Zombies Party
Eu não sei
Eu não sei o que lhe dizer. Não sei, pronto.
Ela vem aqui tantas vezes tomar café. Às vezes sózinha, mas quase sempre com as amigas. Conto os dias da semana para que chegue o sábado à noite. Ela costuma ir ao cinema, mas antes de entrar para a sala, passa aqui para tomar café. Por vezes, surpreende-me. Aparece num dia qualquer sem contar.
Há mais de um ano que é assim. Não consigo dizer-lhe mais nada, a não ser: "O café é para tomar aqui ou lá fora?". Mais nada. Os olhares cruzam-se mais vezes do que as palavras. Dizem pouco, porque a vergonha é maior que a vontade, mas dizem alguma coisa.
Não sei sequer o seu nome, nem o que faz. Não sei de onde vem, nem para onde vai. Será que existe alguém?
Nunca sei se a voltarei a ver. Podem passar-se semanas sem a ver. Tenho a esperança que volte um dias destes, para me surpreender.
J.
Ela vem aqui tantas vezes tomar café. Às vezes sózinha, mas quase sempre com as amigas. Conto os dias da semana para que chegue o sábado à noite. Ela costuma ir ao cinema, mas antes de entrar para a sala, passa aqui para tomar café. Por vezes, surpreende-me. Aparece num dia qualquer sem contar.
Há mais de um ano que é assim. Não consigo dizer-lhe mais nada, a não ser: "O café é para tomar aqui ou lá fora?". Mais nada. Os olhares cruzam-se mais vezes do que as palavras. Dizem pouco, porque a vergonha é maior que a vontade, mas dizem alguma coisa.
Não sei sequer o seu nome, nem o que faz. Não sei de onde vem, nem para onde vai. Será que existe alguém?
Nunca sei se a voltarei a ver. Podem passar-se semanas sem a ver. Tenho a esperança que volte um dias destes, para me surpreender.
J.
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